O sumiço das abelhas começou por volta do outono de 2006 nos EUA, e que veio a ser chamado do distúrbio de colapso na colônia (DCC) se espalhou no mundo todo desde então, e foi detectada também em Israel.
Vários países da Europa estão perdendo colmeias numa escala nunca vista, a doença se manifesta com o sumiço inexplicável da maioria das abelhas adultas, chamadas campeiras. Fica na maioria das vezes só a rainha na colmeia com poucas abelhas jovens, com mel, pólen e crias operculadas nos favos, ou seja, existe alimento para o enxame, não é fome.
Várias teses tem sido levantadas, vamos a elas:
- Os transgênicos, pesticidas, inseticidas e fungicidas cada vez mais fortes usados na agricultura e que estaria atuando no pólen que as abelhas colhem para dar de alimento as suas larvas na colmeia, inseticidas esses que vão desnortear a sua orientação para retornar a sua casa.
- Os sinais de celulares e torres estariam confundindo e atrapalhando as abelhas campeiras na hora de voltar para sua colmeia, que normalmente pode estar até 3 km de distância dela.
- Alteração do campo magnético da Terra, está fazendo com que as abelhas não consigam voltar a sua colmeia, porque o eixo da terra está mudando mais rápido que o normal desorientando assim as abelhas apis melifera.
Como ficaríamos na natureza sem as abelhas? Você sabia que o melhor agente casamenteiro são as abelhas, com a polinização e fecundação de milhares de flores todos os dias?
Diz a história que o grande cientista Einsten previu que se as abelhas sumirem da face da Terra a humanidade teria no máximo 4 anos de existência. Os possíveis causadores desses danos a natureza podem ser os agrotóxico, a poluição e desmatamentos desenfreados.
#vocênatural
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